Enquanto tantos querem tua alma,
Eu, que a possuo,
Estou perdendo a calma
Pois sou mortal!
Sou carnal!
Quero tua pele
Nos meus lençóis de seda
Quero, abraçado a tí,
seguir esta vereda...
Mas esse dia não chega!
E o tempo me enrola,
Esse ponteiro me cega!
Eu tento não dar bola
Mas é tarde demais
Já te amo,
e quem ama,
Quer sempre mais!
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