terça-feira, novembro 07, 2006

Reservo a poesia que esta borboleta me despertou, para ser frescor d'alma minha...

E a borboleta se considera completa,
pois é esta sua meta...
despertar poemas...

Poemas são pouco para minha alma...
Inspiram-me, tais, a alcançar Deus
tal qual borboleta divina
que voa, brilha e fascina

oh, borboleta menina...
de tantas cores,
tantos amores...

Fascina em sua irradiante cor,
brilha em beleza,
mas são as asas que a fazem alçar vôos divinos

Asas que não são de sua natureza,
E por isso inspiram sorrisos
Asas são quimera humanas a partir dos sonhos divinos

Pois a lagarta, oposta à fruta,
não cai quando madura...
alça voo
alça voo, e dança com o vento
uma valsa doce, ao relento...


Mikhael Narduci e Ana Paula Reis