Reservo a poesia que esta borboleta me despertou, para ser frescor d'alma minha...
E a borboleta se considera completa,
pois é esta sua meta...
despertar poemas...
Poemas são pouco para minha alma...
Inspiram-me, tais, a alcançar Deus
tal qual borboleta divina
que voa, brilha e fascina
oh, borboleta menina...
de tantas cores,
tantos amores...
Fascina em sua irradiante cor,
brilha em beleza,
mas são as asas que a fazem alçar vôos divinos
Asas que não são de sua natureza,
E por isso inspiram sorrisos
Asas são quimera humanas a partir dos sonhos divinos
Pois a lagarta, oposta à fruta,
não cai quando madura...
alça voo
alça voo, e dança com o vento
uma valsa doce, ao relento...
Mikhael Narduci e Ana Paula Reis
terça-feira, novembro 07, 2006
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