sábado, setembro 30, 2006

São sempre os mesmos

São sempre os mesmos rostos,
Falsos felizes.
De Adão aos 3 cavaleiros
dos 7 dias aos 7 selos.

São sempre as mesmas diretrizes,
Criadas para serem burladas
Das cavernas ao espaço
De Grécia a USA

São sempre os mesmos
Os mendigos na calçada
Os motoristas na estrada

Só eu não sou o mesmo
Sou fugitivo capturado
E guerreiro vencedor
Sou índio batedor,
Ídolo corretor
Poeta, poeta

Sou Fernando, um monarquista
Sou Neruda, comunista
E até, pasmem,
Sou mil eus, anarquistas

2 comentários:

Anônimo disse...

sim. escrver é entregar a própria carne (toda roída). inté

Fabio Rocha disse...

Legal!!