A poesia que muta,
cuja meta, transmuta.
A poesia que escuta,
pra depois ser ouvida.
A poesia que olvida
a paixão mais antiga.
A meta, poesia,
a Meta-poesia
sábado, outubro 21, 2006
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Poesias novas todo dia, críticas político-sociais, poemas românticos, analíticos e ocultistas.
2 comentários:
Algo sem graça ?
Meta poesia!!!!
gostei! adorei o jogo de palavras, muito legal
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